Refiro-me ao iTunes U e colocá-lo-ia, em importância, perto da Wikipedia.
Todos sabemos ser mais intuitivo ver como se faz do que ler como se faz.
É por isso que, como exemplo, um texto que pretenda ensinar alguém a tocar piano vale de muito pouco comparado com um professor que ensine efectivamente a tocar piano.
Isto aplica-se à música, à matemática, às línguas e possívelmente a todas as áreas do conhecimento, seja ele de que natureza for.
O iTunes U trata-se de uma secção na iTunes Store, de acesso gratuito, em que podemos assistir a cursos ou palestras sobre os mais diversos e interessantes temas.
Mas o que torna o iTunes U verdadeiramente especial é quem está na origem dos seus conteúdos.
Refiro apenas alguns dos muitos nomes sonantes: Cambridge University; Carnegie Mellon University; Harvard; MIT; Oxford University; Stanford; Yale.
A estes pesos pesados académicos juntam-se outros, não menos leves, como: Library of Congress; Metropolitan Museum of Art; The New York Public Library; Tate; Victoria and Albert Museum.
Não vou sublinhar um ou outro exemplo do que se pode encontrar no iTunes U.
Deixo essa boa surpresa para quem se interessar em explorá-lo.
Vale a pena referir ainda que tratando-se, afinal de contas, do iTunes, a funcionalidade de pegar nestes pedaços de conhecimento de topo e levá-los para qualquer lado no iPod está garantida. Mais, com um iPod Touch ou um iPhone é possível descarregá-los directamente a partir destes aparelhos.
Termino, como se exige, com um curto vídeo explicativo do funcionamento do iTunes U: