20 julho, 2012

Reflexões sobre isto de ter um blog

Em Julho de 2005, quando o Episema começou, havia a moda dos blogs.
Eu, que já tinha andado a brincar aos sites em experiências anteriores, resolvi experimentar a moda e achei que isto de ter um blog era uma forma simples e simpática de ter um outdoor (ainda que pequenito) na auto-estrada da informação — que imagem simultaneamente tão poética e pirosa. Pirósica, portanto.
As modas são como… as modas, são bichos que vão e vêm, mas o Episema até que acabou por ficar.

Ao longo dos seus 7 anos o blog foi mudando a par do seu escrevinhador.
Se a memória não me falha, começou por ser uma espécie de diário público dos assuntos que me interessavam e em que me envolvia.
Depois, num gesto de cidadania, foi soldado na batalha contra a “refundação do ensino artístico” para, de seguida, e mantendo o embalo, passar por uma fase de opinião política.
Mais recentemente, regressou ao modelo de diário público, mas agora numa dinâmica “morto-vivo”, tendo em conta o número de posts aqui escritos. Uma antecipação à moda actual dos zombies, de resto.

Escrever e manter um blog pessoal tem de ser um prazer e, para ser um prazer, tenho de escrever sobre o que me interessa.
Naturalmente, há alturas em que me apetece mais sentar-me à frente do editor de texto do que outras, mas a vontade de manter o Episema mantém-se, mesmo com os adventos dos Facebooks e Twitters desta vida.
Um blog é diferente. É mais caseirinho. É mais meu e de quem cá vem.

Venham mais 7 anos, agora com domínio próprio (episema.org) e tudo!
:-)

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